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Mês novembro 2005

25 de novembro de 2005

Leilão de obras de artistas da Biorege

Os cooperadores João Quintella, Fátima Buco, Clara Pato, Maria Gil e Alice Vitorino, e o amigo José Ralha ofereceram obras suas à Biorege para que o produto da sua venda possa ajudar à continuidade da Cooperativa.

No dia 3 de Dezembro de 2005, pelas 18 horas, iremos leiloar essas obras na loja da Biorege em Almada (Av. do Cristo Rei, 23 A, Tel. 212744054). As peças a leiloar estarão entretanto expostas na loja.

Aceitam-se licitações prévias relativas a cada uma das obras, em envelope fechado dirigido à direcção da Biorege, com a indicação “LEILÃO” no endereço.

São os seguintes os autores e as obras já apresentadas:

João Quintella

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Nasceu no Porto, em 1958.
A partir de 1964 vive perto de Lisboa, onde faz o seu percurso escolar até ao Instituto Superior de Agronomia, que abandona para fazer o serviço militar.
Grande admirador dos pintores naturalistas portugueses do século XIX Silva Porto, José Malhoa e Carlos Reis, há vários anos que se dedica inteiramente à pintura.
Pinta sobretudo a Natureza, com uma expressividade que revela a sensibilidade do autor à riqueza estética e emocional das paisagens rurais e dos seres que a habitam.
As suas obras, procuradas por um número crescente de coleccionadores, criam ambientes quentes e luminosos que têm sido apreciados por muitos particulares e pelo público das exposições individuais e colectivas.
Exposições: Galeria da Janela Verde, em Lisboa (1996/7 e 1999/2000), na Galeria Maria lebre, em Tomar (1996/8), na Galeria Municipal de Arruda dos Vinhos (2001), Ministério das Finanças (2004), entre outras.

José Ralha

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Nasceu em Lisboa em 1952.
Diplomou-se pelo IADE em Arquitectura de Interiores e Design Gráfico.
Estudou com os Mestres Ernâni de Oliveira, Lima de Freitas e Manoel Lapa, de quem foi assistente.
De 1974 a 1984 dedicou-se ao grafismo jornalístico e ao design gráfico, tendo criado as linhas gráficas de 5 jornais diários, 14 semanários e 10 revistas.
Do seu curriculum constam diversas exposições individuais e colectivas, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Alguns dos seus quadros já foram capas de livros, sendo de destacar "O ofício das coisas", de Mário Contumélias, nas Edições Ulmeiro e "Obras completas de Fernando Pessoa", de António Quadros, na Lello Editores.


Maria Clara Pato Rodrigues

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Nasceu em Vila Franca de Xira em 1948.
Fez o Curso de Pintura na SNABA com os Professores Jaime Silva e Paiva Raposo, com quem estagiou em pintura e em desenho com modelo, respectivamente. Fez o Curso de História da Arte com a Professora Cristina Tavares, e o Curso de Estética com o Professor David Nunes.
É membro da SNABA.
Tem participado em diversas exposições colectivas desde 1995, sendo de destacar a II Bienal do Alentejo (1999) e a Exposição Internacional de Artes Plásticas de Vendas Novas (2000 e 2001).


Fátima Buco

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Nasceu no Laranjeiro em 1964.
Licenciada em Design Gráfico pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa (1990).
Vários trabalhos em co-autoria foram premiados, nomeadamente no Festival de Cinema para Infância e Juventude de Tomar, no Festival Internacional de Cinema da Figueira da Foz, no Prémio «Jovem Designer» atribuído pela SOCTIP, e a imagem gráfica e cartazes para o grupo de Teatro «O Bando».
Tem desenvolvido actividade no campo de design editorial e da ilustração, tendo ilustrado diversos livros dedicados ao público mais jovem, de que se destaca “Papa Sons 1 e 2”, na editora Papa-letras, “Férias de Verão” e “7 Histórias de animais do ar”, de Isabel Lamas, na editora Impala, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” e “Histórias de arte e manhas ”, de Alexandre Parafita, na Texto Editores, "Histórias do Rick e Rock”, editadas pela Impala e pelo Grupo Auchan, entre outras.


Alice Moura Vitorino

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Publicado por Vitorino às 12:16 PM na secção Iniciativas | Comentários (0)


Ervilhas secas estufadas

(receita de Miguel Pereira, para 4 pessoas)


Ingredientes

1 pacote ervilhas secas*;
12 salsichas de Tofu;
Óleo de Sésamo ou pouca água;
2 cebolas ou 1-2 alhos franceses;
2-3 cenouras ou fatias de abóbora;
q.b. molho de soja;
q.b. salsa picada ou cebolinho
q.b. sal.

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Preparação

1. Lavar as ervilhas e por de molho durante 8-12 horas.
2. Colocar as ervilhas numa panela, juntar alga Kombu (previamente demolhada durante 20-30 minutos)m e cobrir com água.
3. Levar ao lume em chama média. Quando se atingir a fervura deixar ferver durante 3 minutos e depois baixar o lume para o mínimo.
4. Ao fim de 30 minutos, temperar com sal marinho integral e continuar a coser mais 15-20 minutos. De vez em quando deve-se ir acrescentando água devido á evaporação (**).
5. Num tacho, juntar um fio de óleo de sésamo ou água, e cebola ás rodelas ou alho francês. Salpicar com pouco sal e estufar 7 minutos.
6. Acrescentar cenoura ou abóbora e voltar a salpicar com pouco sal.
7. Após 7-8 minutos acrescentar as salsichas de tofu cortadas ás rodelas. Deixar cozer tudo em lume baixo durante 20 minutos.
8. Acrescentar as ervilhas cosidas e misturar tudo. Deixar apurar durante 10 minutos em lume baixo.
9. No final, 2-3 minutos antes de desligar o lume, pode acrescentar-se um pouco de molho de soja (Shoyu) e polvilhar com salsa ou cebolinho picados.

(*) Os ingredientes devem ser de preferência biológicos.
(**) Deve ir-se verificando a evaporação e acrescentando, quando necessário, alguma água. No final da cozedura, o ideal é o cozinhado quase não ter água em excesso, sem estar seco.


Publicado por Vitorino às 11:59 AM na secção Receitas | Comentários (0)


Kamut

O kamut é uma variedade de trigo que teve a sua origem no Egipto. Foi aí cultivado durante milhares de anos até ter sido substituído por variedades de trigo com maior rendimento.

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Esta variedade de trigo foi recentemente recuperada pela Agricultura Biológica, sendo uma cultura exclusiva deste modo de produção. Pelo facto de ter existido este “iato” temporal no seu cultivo, o Kamut não sofreu qualquer manipulação através das técnicas da agricultura moderna.
Contém entre 20 e 40% mais proteínas, amino-acidos, vitaminas e minerais que as variedades de trigo comuns. Possibilita uma digestão muito fácil e por vezes pessoas que são alérgicas ao trigo reagem bem ao kamut.
De sabor muito agradável, é muito rico em selénio que “juntamente com as vitaminas C e E e a beta-carrotena, reduzem os radicais livres que são em parte responsáveis pelas doenças cardiovasculares e algumas formas de cancro.” – Professor Dr. Werner Pfannhauser, Universidade de Viena, 4.2.1997)
A ingestão de kamut contribui para a absorção das quantidades mínimas diárias recomendáveis de selênio, presentes no kamut em percentagens muito superiores às existentes no trigo comum.
Poderá encontrar kamut em muitas formas: em grão, em flocos, em farinha, couscous, massas – as massas feitas com kamut dispensam a utilização de ovos pois o kamut contém uma percentagem superior de proteínas e o seu glúten é de melhor qualidade.

Quer saber mais? Sugerimos-lhe que consulte o site www.kamut.com

Publicado por Vitorino às 11:53 AM na secção Cereais | Comentários (2)


08 de novembro de 2005

Terra Sã de Lisboa 2005

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Publicado por Vitorino às 01:16 PM na secção Notícias | Comentários (0)


Leilão de obras de arte de cooperadores

Alguns cooperadores e amigos da Biorege têm o talento de nos comunicar imagens belas através da tela, do papel ou de outros materiais. São os nossos artistas.

Para ajudar a Biorege, alguns desses artistas juntaram-se ao cada vez maior número de sócios que têm contribuído com donativos e ofertaram obras suas para serem leiloadas, revertendo o valor dessa venda para a Cooperativa de todos nós. Estamos gratos a todos.

O referido leilão ocorrerá brevemente, por altura da próxima Assembleia-Geral da Biorege. Dentro de poucos dias as peças serão expostas na loja e serão aqui divulgados os artistas participantes e as suas obras.

Publicado por Vitorino às 01:08 PM na secção Notícias | Comentários (0)


Cabazes de Natal

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Já estão à sua disposição na loja da Biorege alguns exemplos de cabazes de Natal, de variados preços e tamanhos. Sugerimos-lhe ofertas de Natal com um sabor de qualidade nos produtos e nos valores humanos que os sustentam. Para um sentido saudável no consumo.

Este ano poderá escolher entre 4 cabazes temáticos, privilegiando os produtos nacionais: 1) vinhos e frutos secos, 2) azeites, massas e azeitonas, 3) doces e guloseimas, e 4) vegetariano.
Poderá também criar um cabaz original, composto a seu gosto.

Os sócios podem fazer desde já as suas reservas.

Publicado por Vitorino às 01:03 PM na secção Iniciativas | Comentários (0)


Amaranto

O seu nome vem do grego amarantos que significa “que não morre, que não murcha” e tanto para os antigos gregos como para os primeiros cristãos o amaranto representou um símbolo de imortalidade. Em 1653 a Rainha Cristina da Suécia instituiu a Ordem dos Cavaleiros do Amaranto, obviamente tendo em conta as suas implicações místicas.

Apesar de botanicamente não ser exactamente um cereal, é usado como se fosse. Tem as suas origens na Índia e nas Américas e dá-se nos climas mais diversos, do nível do mar a altas montanhas, das regiões tropicais húmidas às semidesérticas, em solos ácidos ou muito alcalinos.

O amaranto sustentou a cultura azteca, onde integrava importantes cerimónias rituais até 1521, quando Cortez proibiu o uso deste grão, condenando quem lhe desobedecesse a ter as duas mãos decepadas. Desde então a planta sobreviveu em sítios inacessíveis e em estado selvagem, só tendo sido redescoberta em 1972. Desde então foi “adoptado” pela alimentação natural e biológica, que o divulgou e o fez renascer. Na segunda metade dos anos 90 foi proposto pela NASA como alimento para os astronautas e a FAO declarou-o “tesouro da humanidade”.

(Fonte: www.providanatural.com).

Publicado por Vitorino às 12:52 PM na secção Cereais | Comentários (0)


Grão com pimentos

Ingredientes:

1 colher de chá de gengibre
2 latas de grão (ou cozinhe c. 0,5 Kg de grão seco)
1 colher de sopa de azeite (ou 2 nozes de manteiga)
2 pimentos vermelhos
2 colheres de chá de sementes de cominho
2 tomates

Preparação:

1. Abra as latas de grão cozido e escorra o grão, passado por água fria;
2. Rale o gengibre e pique os pimentos, e aloure-os numa ou duas nozes de manteiga;
3. Junte o grão escorrido e deixe refogar por 10 minutos, mexendo sempre.
4. Se desejar, junte 2 a 3 tomates picados (sem pele nem sementes) para obter um molho mais consistente e polvilhe com as sementes de cominhos.
5. No fim da cozedura junte 2 ou 3 colheres de sopa de sumo de limão acabado de espremer.

Fonte: adaptado de Comezainas, in http://comezainas.clix.pt/receitas/receita.asp?IDRec=1163&IDCT=5&IDSCT=160&CT=C

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Bacalhau com Pimentos e Grão-de-Bico

“Só uma ocasião, nesta especialidade considerável, o vi plenamente satisfeito. Foi numa taverna da Mouraria (onde eu o levara), diante de um prato complicado e profundo de bacalhau, pimentos e grão-de-bico. Para o gozar com coerência, Fradique despiu a sobrecasaca. E como um de nós lançara casualmente o nome de Renan, ao atacarmos o pitéu sem igual, Fradique protestou com paixão: - Nada de ideias! Deixem-me saborear esta bacalhoada, em perfeita inocência de espírito, como no tempo do senhor D. João V, antes da democracia e da crítica.”

(Fradique Mendes: Memórias e Notas. Fonte: Fundação Eça de Queiróz, in http://www.feq.pt/ementa02.asp)

Publicado por Vitorino às 12:38 PM na secção Receitas | Comentários (0)



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