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Os cooperadores João Quintella, Fátima Buco, Clara Pato, Maria Gil e Alice Vitorino, e o amigo José Ralha ofereceram obras suas à Biorege para que o produto da sua venda possa ajudar à continuidade da Cooperativa.
No dia 3 de Dezembro de 2005, pelas 18 horas, iremos leiloar essas obras na loja da Biorege em Almada (Av. do Cristo Rei, 23 A, Tel. 212744054). As peças a leiloar estarão entretanto expostas na loja.
Aceitam-se licitações prévias relativas a cada uma das obras, em envelope fechado dirigido à direcção da Biorege, com a indicação “LEILÃO” no endereço.
São os seguintes os autores e as obras já apresentadas:
João Quintella

Nasceu no Porto, em 1958.
A partir de 1964 vive perto de Lisboa, onde faz o seu percurso escolar até ao Instituto Superior de Agronomia, que abandona para fazer o serviço militar.
Grande admirador dos pintores naturalistas portugueses do século XIX Silva Porto, José Malhoa e Carlos Reis, há vários anos que se dedica inteiramente à pintura.
Pinta sobretudo a Natureza, com uma expressividade que revela a sensibilidade do autor à riqueza estética e emocional das paisagens rurais e dos seres que a habitam.
As suas obras, procuradas por um número crescente de coleccionadores, criam ambientes quentes e luminosos que têm sido apreciados por muitos particulares e pelo público das exposições individuais e colectivas.
Exposições: Galeria da Janela Verde, em Lisboa (1996/7 e 1999/2000), na Galeria Maria lebre, em Tomar (1996/8), na Galeria Municipal de Arruda dos Vinhos (2001), Ministério das Finanças (2004), entre outras.
José Ralha

Nasceu em Lisboa em 1952.
Diplomou-se pelo IADE em Arquitectura de Interiores e Design Gráfico.
Estudou com os Mestres Ernâni de Oliveira, Lima de Freitas e Manoel Lapa, de quem foi assistente.
De 1974 a 1984 dedicou-se ao grafismo jornalístico e ao design gráfico, tendo criado as linhas gráficas de 5 jornais diários, 14 semanários e 10 revistas.
Do seu curriculum constam diversas exposições individuais e colectivas, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Alguns dos seus quadros já foram capas de livros, sendo de destacar "O ofício das coisas", de Mário Contumélias, nas Edições Ulmeiro e "Obras completas de Fernando Pessoa", de António Quadros, na Lello Editores.
Maria Clara Pato Rodrigues

Nasceu em Vila Franca de Xira em 1948.
Fez o Curso de Pintura na SNABA com os Professores Jaime Silva e Paiva Raposo, com quem estagiou em pintura e em desenho com modelo, respectivamente. Fez o Curso de História da Arte com a Professora Cristina Tavares, e o Curso de Estética com o Professor David Nunes.
É membro da SNABA.
Tem participado em diversas exposições colectivas desde 1995, sendo de destacar a II Bienal do Alentejo (1999) e a Exposição Internacional de Artes Plásticas de Vendas Novas (2000 e 2001).
Fátima Buco


Nasceu no Laranjeiro em 1964.
Licenciada em Design Gráfico pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa (1990).
Vários trabalhos em co-autoria foram premiados, nomeadamente no Festival de Cinema para Infância e Juventude de Tomar, no Festival Internacional de Cinema da Figueira da Foz, no Prémio «Jovem Designer» atribuído pela SOCTIP, e a imagem gráfica e cartazes para o grupo de Teatro «O Bando».
Tem desenvolvido actividade no campo de design editorial e da ilustração, tendo ilustrado diversos livros dedicados ao público mais jovem, de que se destaca “Papa Sons 1 e 2”, na editora Papa-letras, “Férias de Verão” e “7 Histórias de animais do ar”, de Isabel Lamas, na editora Impala, “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras” e “Histórias de arte e manhas ”, de Alexandre Parafita, na Texto Editores, "Histórias do Rick e Rock”, editadas pela Impala e pelo Grupo Auchan, entre outras.
Alice Moura Vitorino

Publicado por Vitorino às 12:16 PM na secção Iniciativas | Comentários (0)
(receita de Miguel Pereira, para 4 pessoas)
Ingredientes
1 pacote ervilhas secas*;
12 salsichas de Tofu;
Óleo de Sésamo ou pouca água;
2 cebolas ou 1-2 alhos franceses;
2-3 cenouras ou fatias de abóbora;
q.b. molho de soja;
q.b. salsa picada ou cebolinho
q.b. sal.

Preparação
1. Lavar as ervilhas e por de molho durante 8-12 horas.
2. Colocar as ervilhas numa panela, juntar alga Kombu (previamente demolhada durante 20-30 minutos)m e cobrir com água.
3. Levar ao lume em chama média. Quando se atingir a fervura deixar ferver durante 3 minutos e depois baixar o lume para o mínimo.
4. Ao fim de 30 minutos, temperar com sal marinho integral e continuar a coser mais 15-20 minutos. De vez em quando deve-se ir acrescentando água devido á evaporação (**).
5. Num tacho, juntar um fio de óleo de sésamo ou água, e cebola ás rodelas ou alho francês. Salpicar com pouco sal e estufar 7 minutos.
6. Acrescentar cenoura ou abóbora e voltar a salpicar com pouco sal.
7. Após 7-8 minutos acrescentar as salsichas de tofu cortadas ás rodelas. Deixar cozer tudo em lume baixo durante 20 minutos.
8. Acrescentar as ervilhas cosidas e misturar tudo. Deixar apurar durante 10 minutos em lume baixo.
9. No final, 2-3 minutos antes de desligar o lume, pode acrescentar-se um pouco de molho de soja (Shoyu) e polvilhar com salsa ou cebolinho picados.
(*) Os ingredientes devem ser de preferência biológicos.
(**) Deve ir-se verificando a evaporação e acrescentando, quando necessário, alguma água. No final da cozedura, o ideal é o cozinhado quase não ter água em excesso, sem estar seco.
Publicado por Vitorino às 11:59 AM na secção Receitas | Comentários (0)
O kamut é uma variedade de trigo que teve a sua origem no Egipto. Foi aí cultivado durante milhares de anos até ter sido substituído por variedades de trigo com maior rendimento.

Esta variedade de trigo foi recentemente recuperada pela Agricultura Biológica, sendo uma cultura exclusiva deste modo de produção. Pelo facto de ter existido este “iato” temporal no seu cultivo, o Kamut não sofreu qualquer manipulação através das técnicas da agricultura moderna.
Contém entre 20 e 40% mais proteínas, amino-acidos, vitaminas e minerais que as variedades de trigo comuns. Possibilita uma digestão muito fácil e por vezes pessoas que são alérgicas ao trigo reagem bem ao kamut.
De sabor muito agradável, é muito rico em selénio que “juntamente com as vitaminas C e E e a beta-carrotena, reduzem os radicais livres que são em parte responsáveis pelas doenças cardiovasculares e algumas formas de cancro.” – Professor Dr. Werner Pfannhauser, Universidade de Viena, 4.2.1997)
A ingestão de kamut contribui para a absorção das quantidades mínimas diárias recomendáveis de selênio, presentes no kamut em percentagens muito superiores às existentes no trigo comum.
Poderá encontrar kamut em muitas formas: em grão, em flocos, em farinha, couscous, massas – as massas feitas com kamut dispensam a utilização de ovos pois o kamut contém uma percentagem superior de proteínas e o seu glúten é de melhor qualidade.
Quer saber mais? Sugerimos-lhe que consulte o site www.kamut.com
Publicado por Vitorino às 11:53 AM na secção Cereais | Comentários (2)

Publicado por Vitorino às 01:16 PM na secção Notícias | Comentários (0)
Alguns cooperadores e amigos da Biorege têm o talento de nos comunicar imagens belas através da tela, do papel ou de outros materiais. São os nossos artistas.
Para ajudar a Biorege, alguns desses artistas juntaram-se ao cada vez maior número de sócios que têm contribuído com donativos e ofertaram obras suas para serem leiloadas, revertendo o valor dessa venda para a Cooperativa de todos nós. Estamos gratos a todos.
O referido leilão ocorrerá brevemente, por altura da próxima Assembleia-Geral da Biorege. Dentro de poucos dias as peças serão expostas na loja e serão aqui divulgados os artistas participantes e as suas obras.
Publicado por Vitorino às 01:08 PM na secção Notícias | Comentários (0)

Já estão à sua disposição na loja da Biorege alguns exemplos de cabazes de Natal, de variados preços e tamanhos. Sugerimos-lhe ofertas de Natal com um sabor de qualidade nos produtos e nos valores humanos que os sustentam. Para um sentido saudável no consumo.
Este ano poderá escolher entre 4 cabazes temáticos, privilegiando os produtos nacionais: 1) vinhos e frutos secos, 2) azeites, massas e azeitonas, 3) doces e guloseimas, e 4) vegetariano.
Poderá também criar um cabaz original, composto a seu gosto.
Os sócios podem fazer desde já as suas reservas.
Publicado por Vitorino às 01:03 PM na secção Iniciativas | Comentários (0)
O seu nome vem do grego amarantos que significa “que não morre, que não murcha” e tanto para os antigos gregos como para os primeiros cristãos o amaranto representou um símbolo de imortalidade. Em 1653 a Rainha Cristina da Suécia instituiu a Ordem dos Cavaleiros do Amaranto, obviamente tendo em conta as suas implicações místicas.
Apesar de botanicamente não ser exactamente um cereal, é usado como se fosse. Tem as suas origens na Índia e nas Américas e dá-se nos climas mais diversos, do nível do mar a altas montanhas, das regiões tropicais húmidas às semidesérticas, em solos ácidos ou muito alcalinos.
O amaranto sustentou a cultura azteca, onde integrava importantes cerimónias rituais até 1521, quando Cortez proibiu o uso deste grão, condenando quem lhe desobedecesse a ter as duas mãos decepadas. Desde então a planta sobreviveu em sítios inacessíveis e em estado selvagem, só tendo sido redescoberta em 1972. Desde então foi “adoptado” pela alimentação natural e biológica, que o divulgou e o fez renascer. Na segunda metade dos anos 90 foi proposto pela NASA como alimento para os astronautas e a FAO declarou-o “tesouro da humanidade”.
(Fonte: www.providanatural.com).
Publicado por Vitorino às 12:52 PM na secção Cereais | Comentários (0)
Ingredientes:
1 colher de chá de gengibre
2 latas de grão (ou cozinhe c. 0,5 Kg de grão seco)
1 colher de sopa de azeite (ou 2 nozes de manteiga)
2 pimentos vermelhos
2 colheres de chá de sementes de cominho
2 tomates
Preparação:
1. Abra as latas de grão cozido e escorra o grão, passado por água fria;
2. Rale o gengibre e pique os pimentos, e aloure-os numa ou duas nozes de manteiga;
3. Junte o grão escorrido e deixe refogar por 10 minutos, mexendo sempre.
4. Se desejar, junte 2 a 3 tomates picados (sem pele nem sementes) para obter um molho mais consistente e polvilhe com as sementes de cominhos.
5. No fim da cozedura junte 2 ou 3 colheres de sopa de sumo de limão acabado de espremer.
Fonte: adaptado de Comezainas, in http://comezainas.clix.pt/receitas/receita.asp?IDRec=1163&IDCT=5&IDSCT=160&CT=C

Bacalhau com Pimentos e Grão-de-Bico
“Só uma ocasião, nesta especialidade considerável, o vi plenamente satisfeito. Foi numa taverna da Mouraria (onde eu o levara), diante de um prato complicado e profundo de bacalhau, pimentos e grão-de-bico. Para o gozar com coerência, Fradique despiu a sobrecasaca. E como um de nós lançara casualmente o nome de Renan, ao atacarmos o pitéu sem igual, Fradique protestou com paixão: - Nada de ideias! Deixem-me saborear esta bacalhoada, em perfeita inocência de espírito, como no tempo do senhor D. João V, antes da democracia e da crítica.”
(Fradique Mendes: Memórias e Notas. Fonte: Fundação Eça de Queiróz, in http://www.feq.pt/ementa02.asp)
Publicado por Vitorino às 12:38 PM na secção Receitas | Comentários (0)